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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Sessão Nostalgia: Matrix


Quem não se lembra da febre MATRIX no mundo? Antes das pessoas serem hipnotizadas por obras literárias (adaptadas ao cinema como hoje são, um público até mesmo infantil, com a crescente influência da websfera), Matrix, um roteiro enigmático dos irmãos Wachowsky, dominou a cabeça dos nerds do mundo inteiro.

Na história do filme, Neo, um hacker de computador que não consegue entender muito bem o mundo a sua volta tenta achar Morpheus, o cara mais procurado das agências secretas do mundo para que ele lhe explique todas as suas dúvidas. E Neo descobre muito mais do que poderia esperar. Ele descobre o que é a Matrix de fato.


Eu me lembro de ser uma dessas viciadas no filme. A primeira vez que vi, quase surtei. Não conseguia pensar em mais nada. Fora que, nessa época, minha fixação pelo ator Keanu Reeves cresceu significativamente.  Acho que Matrix faz parte de uma grande parte de minha vida, de fato, pois hoje estudo o que estudo por causa do meu vício pelo filme. E aposto que o filme não fez parte só da minha vida não.


Lembro do mercado em torno do filme que foi formado. A venda de sobretudos aumentou significativamente na época, devido os trajes dos personagens. Estudos sobre o filme foram formulados. Sites, blogs, fóruns... quanta galera inteirada do assunto! Fora os games, marketing pesado em cima da obra cinematográfica e o Animatrix, que surgiu junto com os dois outros filmes da chamada Trilogia Matrix, criada para explicar os furos que os filmes não conseguiram.

Mas o melhor do filme Matrix é o meu querido e preferido ator Hugo Weaving, como o Agente Smith, parte do sistema de dominação da Matrix. Perfeito como o personagem, ele soube encarar muito bem os desafios de não ser humano, tornando-se quase humano de certa maneira (vai entender?!). Hugo, nesta época, fora convocado para ser Elrond na trilogia O Senhor dos Anéis e até hoje é considerado um ícone cult deste meio cinematográfico, por ser dinâmico e aderir seus personagens com fidelidade ao objetivo de cada um deles.


Só sei que até hoje, Matrix é o meu filme favorito. Dá uma nostalgia pensar que hoje em dia a galera considera este filme parte de um passado até distante. Matrix não é passado. É um filme cheio de contrastes que mudou a história do cinema com seus efeitos especiais e história inovadora. Valorizarei isso para sempre. E lembrarei com nostalgia dos momentos de um vício inteligente.




domingo, 22 de abril de 2012

Sessão Nostalgia: Mamonas Assassinas


Os Mamonas Assassinas foi uma banda brasileira da década de 90. Eles cantavam um rock com humor e era formado por amigos. Eles tocavam, antes da fama, músicas do rock nacional e tentavam fazer sucesso com isso nas rodas de música de sua cidade. Mas fora com o humor de Dinho que foi formado o quinteto sucesso.

Os Mamonas tiveram um breve momento de sucesso, apenas sete meses. Morreram todos em um acidente de avião, num acidente trágico, quando estavam no auge. O Brasil não acreditou no que via nos jornais.

A banda cantava músicas de cunho sexual e amoral e, mesmo com letras pejorativas e palavrões, conquistou, em sua maioria, o público infantil, principalmente pelas vestimentas deles, que eram sempre fantasias de heróis ou roupas estravagantes.

Uma das músicas mais conhecidas deles é uma sátira do Vira-vira de Roberto Leal. Acho que, mesmo quem nasceu depois da morte dos mamonas sabe a letra da música ou de outras também, que viraram parte de uma cultura.


Acho que ouvir Mamonas me faz lembrar muito da minha infância, porque eu adorava ouvir eles, ver os vídeos e eu quis muito ir a um show, mas não tinha idade! Eu tenho até hoje uma fita cassete com as músicas deles gravadas (pooooooobreeezaaa!)! Hahaha!

O mais comédia da banda é porque as letras eram um puro besteirol, mas um besteirol inteligente pacas. As rimas, tudo na música era muito engraçado mesmo. As sátiras musicais e a voz deles, o conjunto Mamonas era muito legal.

Uma das minhas músicas favoritas é Uma Arlinda Mulher.


Depois da morte deles, sairam muitas coisas a respeito deles, especialmente especiais de televisão. Porém, existem também alguns livros a respeito da banda e eu vou postar a capa de alguns deles aqui.


Mamonas Assassinas - O Show deve continuar, de E. Chérri Filho
Esse livro tem relatos da carreira e do acidente da banda, com depoimento da mãe do Dinho, o vocalista. Como o caso do acidente ficou muito mal contado, muita coisa é dita até hoje sobre o que aconteceu e o livro relata um pouco disso.


Minha Vida com Dinho: até que os Mamonas nos separe, de Mirella Zacanini.
História do  romance do Dinho com Mirella Zacanini, conta a história de como eles se conheceram e do início da banda.



Mamonas Assassinas, Blá, Blá, Blá, de Eduardo Bueno

Biografia de todos os integrantes dos Mamonas, desde quando eles se conheceram até a morte.

Tiveram outros livros, mas estes são os mais conhecidos.
Saiu também um filme sobre os Mamonas, o Mamonas para sempre.

É bem emocionante!

Esse post, diferente dos outros da Sessão Nostalgia que fiz, ficou com um teor meio triste... é porque eu gostava muito mesmo deles. A saudade é grande e ser fã é isso mesmo. Espero que tenham gostado de relembrar os meninos.
RIP Mamonas.

*fonte de informações para este post:
http://www.mamonasassassinas.kit.net
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mamonas_Assassinas

domingo, 15 de abril de 2012

Sessão Nostalgia: Dirty Dancing


Ontem eu estava sem fazer nada em um sábado a noite. Todas as pessoas sabem que SÁBADO + CASA + VOCÊ é uma porcaria. E eu vivo nesse ritmo há séculos, então assistir filmes é a minha salvação. Minha mãe também estava entediada, então mandou eu procurar na web um filme do Steven Seagal.


Mas não! Filme do Seagal no sábado à noite não dá. Não dá!

Aí eu fui à minha estante de DVD's procurar um que mãe nunca tivesse visto e que eu quisesse rever de novo. É uma tarefa muito difícil uma coisa dessas, porque, geralmente, eu e ela vemos todos os filmes que compramos logo que os adquirimos. Minha mãe é super cool.

Então eu vi, embaixo do DVD de Taxi Driver, a caixinha da edição de colecionador de Dirty Dancing - Ritmo Quente, um filme clássico da sessão da tarde (e clássico dos CORTES da sessão da tarde) e resolvi assistir ele mesmo, comer uns biscoitos e deitar no sofá.

O mais engraçado é que o filme, no começo, me dá uma sensação de ''LOL já vai começar as danças e o Patrick (lindo) Swayze já já aparece para matar todas e todos de amor pelo seu Johnny Castle''. Só que a minha mãe quase desistiu de assistir, porque achou o começo bobo. Logo notei que realmente, há certa chatisse no início do filme, que é muito justificada, mas primeiro vou falar um pouco dele.

A história gira em torno de Baby (Jennifer Gray), filha de um médico, de família rica, que vai passar as férias em uma espécie de casa de campo com seus pais e irmã. Enquanto passeia pelo local à noite, encontra a ala dos funcionários, onde a diversão do local realmente existe. Lá, ela conhece Johnny (Swayze), um dançarino bonito, sexy e cheio de charme pelo qual ela fica caída de amores e com o qual ela aprende muito mais sobre a música, a dança e a vida.


O filme é cheio de fatos histórico-sociais. A exemplo de que, o personagem de Johnny é considerado um rapaz não muito confiável por ser um dançarino e os garçons, que eram universitários "promissores", eram praticamente jogados às moças ricas que se hospedavam no campo onde se passava a história. A chatice inicial do filme se dá justamente por esses fatos, que te deixam querendo ver um pouco mais de ação e não um monte de costumes sem graça de uma sociedade cheia de moralismos.

Os vestuários de época, a valorização da castidade e submissão feminina aos valores também fazem parte do conjunto de Dirty Dancing, um filme que colocou Patrick Swayze definitivamente na lista dos imortais do cinema.

As cenas e a capa do filme são consideradas, hoje em dia, clássicas. O filme virou musical de sucesso na Brodway A dança final, em que Baby dança com Johnny, é ensaiada até hoje e pessoas no mundo inteiro já fizeram ela em casamentos, festas de quinze anos, eventos num geral.


Deu para perceber que Dirty Dancing é um filme para se admirar e se lembrar para sempre, não é?


Há uma sequência do filme bastante atual, chamada Dirty Dancing - Noites d Havana, estrelada por Diego Luna. Patrick fez uma participação especial no filme como o seu próprio personagem do original, Johnny. Só que a história da ''sequência'' é anterior à do primeiro filme, então, o Johnny de Patrick ainda não tinha conhecido Baby. O primeiro filme se passa em 1963 e o segundo, em 1958.

Clique aqui e veja a cena de Patrick Swayze em Dirty Dancing - Noites de Havana (vale lembrar que é a melhor coisa do filme inteiro).

Uma curiosidade sobre o filme Noites de Havana era que, inicialmente, a história da sequência seria protagonizada pelo personagem de Patrick Swayze. Pena que não foi!

Patrick Swayze morreu jovem, em 2009, vítima de câncer. Na época, Whoopi Goldberg (Mudança de Hábito) disse que devia a ele seu Oscar de melhor atriz coadjuvante (devido a parceria com Patrick em Ghost - Do Outro Lado da Vida).

Em fato recente, Jennifer Gray chorou ao, participando do Dançando com os famosos, um programa americano famoso, ao ensaiar These arms of mine, música que foi trilha de Dirty Dancing. Ela lembrou-se do colega de dança Patrick e se emocionou bastante, um fato de fazer chorar mesmo!

Triste, né?

Para vocês verem como Patrick era especial. Como DIRTY DANCING é um filme especial. Sem comentários. Todos deveriam ver ao menos uma vez na vida esse filme, que é um fenômeno.

RIP Patrick Swayze.

domingo, 11 de março de 2012

Sessão Nostalgia: Maria do Bairro


Dia desses eu estava em casa de tarde, sem fazer absolutamente nada, quando liguei a TV no SBT e dei de cara com um dos primeiros episódios da novela Maria do Bairro. Eu dei uma risada muito alta, porque, nossa, reprisar uma novela tantas vezes assim só podia ser brincadeira do Silvio Santos, certo?

Só que, por ironia, eu comecei a assistir de novo (!) a novela. Vendo apenas um episódio, no outro dia, por ter de sair a tarde, sofri para caramba porque sabia que não ia poder ver de novo. Dessa forma, acabei procurando os episódios da web para poder lembrar algumas cenas importantes da novela e como me surpreendi!

Maria do bairro é um sucesso sempre por causa de seu carisma incrível. Poucas novelas atuais conseguem tal marca na vida de uma pessoa, e Thalía sabe disso, tanto que ainda colhe frutos de sua atuação como atriz nessa novela. Em uma recente twitcam, ela afirmou que Maria do bairro tinha sido um grande sucesso no Brasil, e que havia sido um grande marco em sua carreira.

A história, como a maioria das pessoas sabe, gira em torno da catadora de lixo Maria, que, após a morte da madrinha, única parente sua viva, se vê "adotada" por Fernando De La Vega a pedido do padre de sua comunidade. Fernando ou ''Tio Loro'', como chama Maria, passa a cuidar de sua educação e hospedagem em sua casa, onde a pobre menina sofre com a frieza e gozação de quase todos.

Mesmo assim, Maria supera tudo isso e passa a ignorar tudo, menos o amor que começou a sentir pelo problemático filho dos De La Vega, Luís Fernando.

Cara, impossível não gamar e sentir pena da pobre da Maria. Referir-se a frase "Sofro mais que Maria do bairro" virou um clichê de fãs. Essa novela ultrapassa idades, com jovens e pessoas adultas adorando ela, e ainda hoje, em sua reprise, parece dar bons pontos de audiência.

O segredo do sucesso? Fácil: o diferente. Maria não é mais uma mocinha, é a mocinha. Única, cheia de particularidades, ela parece ser muito mais do que muitas mocinhas que eu conheci juntas.

Sessão Nostalgia: Elvira - A Rainha das Trevas


Um clássico dos clássicos da Sessão da tarde. Um filme que poucos tiveram a chance de assistir no período de seu maior sucesso no Brasil. Sim, Elvira - a Rainha das trevas é um filme que me dá muita nostalgia. Não apenas por ser divertido e incrivelmente pitoresco, mas por lembrar uma época em que as leis de censura ainda não vetavam qualquer coisa que quisesse (motivo do qual grandes clássicos dos anos 80 não passam mais no horário da tarde, sobrando para o Corujão exibí-los).

Neste filme, Elvira, eternizada brilhantemente pela atriz Cassandra Peterson, é uma mulher sensual, alheia e ferrada por não poder seguir com sua carreira pela falta de dinheiro, até descobrir que recebera uma herança que pode lhe salvar. Para isso, resolve ir ver o que ganhara viajando no seu exótico carro para Massachusetts, em uma cidadezinha pequena, conservadora, puritana...enfim, tudo o que Elvira não é. É nesse contexto que ela descobre que sua herança vai além de uma velha casa, mas que seu passado e o de sua família guardam segredos que vão da magia ao poder das trevas.

O mais legal do filme é como frases de impacto formam o vocabulário da personagem e em como ela se coloca no meio social diferente de toda e qualquer pessoa existente no mundo - e mesmo assim ela não estranha. O filme tem momentos antológicos, como quando Elvira decide cozinhar para um pretendente e "a comida quase os devora". E é claro, como não falar da "dança dos peitos da Elvira".


Eu tenho o DVD do filme (há, sei. Eu sou muito trash) e sempre me pego pensando se há alguém no mundo que deseja assistí-lo já velho, na tv, sabendo que o filme voltaria à boca do povo e geraria muita conversa boa sobre um passado onde o cinema não se rendia à mesmisse teen.

''Eu não tenho nada contra filme de censura livre,contanto que tenha muito sexo e violência'' 

Grande Elvira. Grandes tempos. Grande filme. Saudades...

domingo, 4 de março de 2012

Sessão Nostalgia: Cavaleiros do Zodíaco

Ontem eu estava meio sem fazer nada, cansada da semana corrida e resolvi apenas descansar e arrumar um pouco meus livros e meu guarda-roupa. Eis que me deparo com um monte de cds sem nomes escritos, todos da mesma marca e, ao meu ver, pareciam gravados na mesma época.

Deixei a arrumação de lado e fui ao meu dvd colocar os cds para rodar para saber do que se tratava e qual não foi minha surpresa: eram episódios do desenho Cavaleiros do Zodíaco, que baixei há uns anos atrás. Percebi que era a Saga do Santuário completinha e acabei deixando rolar no aparelho um episódio atrás do outro.






Enquanto assistia o desenho, me lembrei da minha infância, de todas as coisas que eu gostava e do vício que virou assistir animes - vício alimentado até hoje na compra de mangás!

Quem já passou dos vinte e poucos chegou a assistir CDZ pela extinta TV Manchete. Os mais novos devem ter visto pela Band (e eu estou falando somente de tv aberta, hein?), mas o fato é que esse desenho fez parte do imaginário de muita gente, fez parte da infância de muito marmanjo e de muita garota, assim como fez da minha!

Eu, como muitas garotas, adorava o Shun!


Por que será? KKKKK

Cavaleiros do Zodíaco até hoje é referência quando se falam de animes e mangás. Quem não conhece, existem vários episódios no youtube e muito para ler na web (alguns sites disponibilizam o mangá para baixar).  Vale MUITO a pena!

Resolvi abrir uma sessão nostalgia no meu blog também. Isso para que eu possa, em momentos como esse de ontem, dividir experiências legais do meu passado que são tão adoradas por mim.